Lista de alimentos perigosos disponível na Net

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Saude/Interior.aspx?content_id=4496729

Alimentos venenosos

http://www.dm.com.br/mundo/2015/04/alimentos-venenosos.html

"O açúcar é o maior veneno que damos às crianças"

http://visao.sapo.pt/o-acucar-e-o-maior-veneno-que-damos-as-criancas=f815340

Refeições escolares: Excesso de sal e alimentos pouco energéticos

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=4500766

Portugal não reduziu excesso de peso e obesidade entre adolescentes

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/portugal-nao-reduziu-excesso-de-peso-e-obesidade-entre-adolescentes-1690128

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sexta-feira, 8 de maio de 2015

O Homem e a alimentação




O organismo humano possui exigências nutricionais específicas. São os nutrientes os principais responsáveis pela manutenção do equilíbrio do nosso organismo, podendo a sua natureza variar de acordo com os alimentos em que se encontram.

Dadas as diferentes características, aplicações, composição, preparação e estado de conservação dos alimentos, possuímos na nossa alimentação um grande número de géneros alimentícios que contribuem para as funções vitais do organismo, tais como a produção ou manutenção de tecidos humanos, a regulação do metabolismo e o fornecimento de energia.

Graças ao desenvolvimento tecnológico, a ciência tem desenvolvido métodos e substâncias que, aplicadas aos alimentos que consumimos habitualmente, podem melhorar significativamente certas características dos mesmos – são os designados aditivos alimentares. 

 





Temos, atualmente, acesso a uma grande extensão de produtos de várias ordens que foram “transformados” e que por isso apresentam diferentes características das dos alimentos originais. Estas mudanças visam, sobretudo, contribuir para o nosso estilo de vida, seja através da conservação, da confeção ou da modificação de certas características menos agradáveis nos alimentos. 

Podem existir, no entanto, “contras” na modificação química ou física dos alimentos, uma vez que certos aditivos podem ser causadores de alterações nos alimentos que sejam prejudiciais à nossa saúde ou que levem possivelmente ao desenvolvimento de doenças.






quarta-feira, 1 de abril de 2015

Quantidade e fornecimento de energia no organismo






  • Quantidade de energia

A energia química é liberada no organismo através do metabolismo dos nutrientes absorvidos pelo sistema digestivo, que vão romper as suas ligações. Essa quantidade de energia é medida através da energia obtida pela sua queima, conhecida por valor calórico.



A unidade de medida da energia contida nos alimentos é a caloria (cal), correspondente à quantidade de calor necessária para aumentar em um grau Celsius (1ºC) a temperatura de um grama de água.



Como a caloria é uma unidade muito pequena, é mais fácil medir a quantidade de energia dos alimentos em quilocalorias (Kcal): uma quilocaloria (1Kcal) é igual a mil calorias (1000 cal).





  • Fornecimento de energia no organismo

A energia contida nos alimentos não é imediatamente transferida para o trabalho biológico das células. As fontes de energia têm de ser antes digeridas e metabolizadas, ou seja, têm de ser quebradas em moléculas pequenas que possam ser armazenadas e combinadas para a formação de substratos enérgicos e estruturas celulares.



Estes procedimentos metabólicos dividem-se essencialmente por três fases:



Fase 1: Digestão e absorção de alimentos;



Fase 2: Oxidação biológica dos nutrientes;



Fase 3: Oxidação e obtenção de ATP por oxidação-redução (ciclo de Krebs).

quinta-feira, 26 de março de 2015

Reações Químicas



Transformações químicas que ocorrem nos alimentos durante o processo da digestão


No processo digestivo as moléculas mais complexas são transformadas em moléculas mais simples pela ação dos sucos digestivos que possuem enzimas hidrolíticas. 

Estas enzimas são designadas por hidrolíticas, porque realizam a hidrólise que consiste na quebra de algumas substâncias e, por isso, apenas atuam na presença de água.

Os processos químicos envolvidos dependem dos estímulos do sistema neuro-hormonal.




terça-feira, 17 de março de 2015

Grupo das Frutas


Os alimentos deste grupo são ricos em vitaminas, minerais, hidratos de carbono simples (frutose) e fibra solúvel.
  
As frutas também possuem antioxidantes que combatem os radicais livres, retardando o envelhecimento das células.

Neste grupo podemos encontrar: maçãs, melões, laranjas, kiwis, morangos, ameixas, figos, bananas, melancias, uvas, etc.




Tal como as hortaliças, as frutas permitem diminuir o risco de doenças cardiovasculares, manutenção do peso, controlo dos níveis de gordura no organismo, prevenção de cancros, etc.
Além destas vantagens, devido à grande quantidade de fibras ajuda no controlo intestinal. Possuem ainda alto teor de água na sua composição, ajudando a eliminar líquidos e impurezas através da transpiração, suor, etc.


sexta-feira, 6 de março de 2015

Identificação dos glícidos nos alimentos


Esta experiência adequa-se aos subtemas tratados nesta pesquisa, para a qual vão ser necessários os seguintes materiais:

- 4 vidros de relógio;
- Pipeta;
- Pão, cenoura, batata, farinha;
- Solução de Lugol.



Preparação de solução de lugol


Materiais utilizados:
  • Água destilada (100 ml)
  • Cristais de iodo (5 g)
  • Gobelé
  • Vareta
  • Espátula
  • Filtro
  • Recipiente de armazenamento da solução de lugol


Procedimentos:
  1. Dissolver o iodeto de potássio na água destilada.
  2. Adicionar lentamente os cristais de iodo, agitando simultaneamente.
  3. Filtrar a solução e armazená-la num recipiente fechado durante 1 mês.
  4. Colocar o nome da solução e a data de validade.

Esta experiência permite comparar a quantidade de glícidos nos alimentos em causa. O iodo presente no reagente de lugol forma, em contacto com o amido, um complexo de cor azul. Assim, quanto mais intensa for a cor azulada, maior a quantidade de glícidos nos alimentos.



terça-feira, 3 de março de 2015

Grupo dos Cereais, Derivados e Tubérculos


Os alimentos deste grupo são ricos em hidratos de carbono complexos (exemplo: amido), proteínas de origem vegetal (mas pobres em aminoácidos essenciais), vitaminas do Grupo B, minerais e fibras.
Neste grupo podemos encontrar alimentos como o pão, batatas, cereais de pequeno-almoço, bolachas, arroz, massa, etc.


São as mais importantes fontes de energia para nosso corpo e devem ser o principal componente da maioria das refeições.


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